segunda-feira, 30 de junho de 2014

Enxara do Bispo, Igreja de Nossa Senhora da Assunção










Ao longe... Vila Franca do Rosário


sábado, 21 de junho de 2014

Assim, de repente...

            Bons tempos os da faculdade!
            Alguém não fez determinada cadeira, porque na secretaria uma conhecida lançou-lhe um catorze: cadeira feita administrativamente... a chamada «vaquinha»!
             Um louro de olho azul, charmoso, seduzia as tontas das colegas para integrar os grupos, enquanto chamava sobrinho ao filho e irmã à mulher....
             Professor dedica poemas a aluna em pleno bar...
        Nota afixada no placard dos horários: «Não escolham os Ferreiras!» Por que seria?
             Mas lembro com carinho alguns nomes, Júlia Dias Ferreira, minha professora de Linguística Aplicada, Helena Buescu, Urbano Tavares Rodrigues, Literatura Francesa, Salvato Telles de Menezes, Literatura Norte-americana, Rui Mário Gonçalves, Literatura e Artes Plásticas. Um privilégio ter sido aluna destas senhoras e destes senhores.

             
           

sexta-feira, 20 de junho de 2014


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Começámos no café Machado e acabámos no senhor Leandro, nas Caldas! E depois no Páteo dos Marialvas, na Ericeira...




Guardadas as devidas distâncias, tempo e fotógrafo, pois, Valter Vinagre! (sem o flash, obviamente)




«Eu sei que a mãe foi muito infeliz nas Caldas, mas nós temos boas recordações.» Eu sei, Afonso, eu também tenho...






         Os Pavilhões do Parque, património do Estado guardado por gatos... A degradação a olhos nus e vistos, janelas escavacadas, um gradeamento fanhoso para se proteger de si próprio. Um dos monumentos mais bonitos das Caldas, literalmente ao abandono, imagem das Caldas modernas, rotundas, atrás de rotundas, construções medonhas, lojas fechadas e praias ameaçadas!  
         O lago do Parque, meio cheio, meio vazio! O que é isto?








         O Museu de Cerâmica, outra relíquia das Caldas..
          Recordações da Casa Amarela, vizinha de outra de cortiça que ardeu misteriosamente... Mais uma vez o abandono, a degradação!
      E o Museu António Duarte, «causador» da minha imensa infelicidade... Não propriamente o edifício... Obviamente! Imagine-se que até o fraque do senhor meu sogro foi sonegado por gente de imensa (ir)responsabilidade política, local e, agora, nacional. Mas nega e ainda diz que a esse episódio está ligada uma história com graça. Eu não lhe acho graça nenhuma, nunca achei, antes pelo contrário, e ficámos sem o fraque. Imagem do nosso país!
          Piada interna, essa sim com graça: <a sua secretária é uma chata!>  
          Ó varredora!


Chamem-me pirosa, não faz mal!













sábado, 14 de junho de 2014

Assim se aprende a dançar...•●♥❤ ڿڰۣ☸¸.•*´¨







domingo, 8 de junho de 2014

So...