segunda-feira, 25 de novembro de 2013

E se eu tivesse de fazer a prova? Seria lindo! Já não me aturavam mais!

Hoje e sempre

sábado, 23 de novembro de 2013

Sopa seca de cebola da Tia Luíza...

 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Einaudi & Sissoko - Chanson d'amour

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Javier Perez


Lembrando dias melhores...


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Gmitry Geller


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

E depois há estas coisas... OBRIGADA, HP!


Velhos?



           O meu pai era velho. Sempre foi velho. Quando me apercebi da sua idade, era muito mais velho do que os pais das pessoas da minha idade. Os outros pais tinham trinta, já o meu pai tinha cinquenta. É o que dá casar e ter os filhos tarde. Mas podia não ser velho! No entanto era-o. A sua idade sempre foi um peso pesado.

            A minha mãe também não era nova, apesar de, ainda assim, ter uma idade menos pesada do que a do meu pai, as outras mães tinham trinta e a minha já rondava os quarenta e tais… Era outro peso, menos pesado, as suas risadas nos (raros) dias de boa disposição tiravam-lhe o peso da idade que sempre carregou. Hoje tem noventa, velhota, é verdade, muito velhota…

            Pois eu decidi que não vou ser velha. Posso ter muitos anos, já cá cantam cinquenta e três, para quem achava que alguém com cinquenta era velho…isto tem o que se lhe diga!

            Mas a idade é um posto. Não é uma sina! Nem sou como aquelas pessoas que não querem «fazer anos», melhor dizendo, celebrá-los! Pois eu quero, com os meus do meu lado, porque não celebro anos, celebro vida! E essa é para ser celebrada!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Ausência

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Carlos Drummond de Andrade

Os Amantes de Novembro

Ruas e ruas dos amantes
Sem um quarto para o amor
Amantes são sempre extravagantes
E ao frio também faz calor

Pobres amantes escorraçados
Dum tempo sem amor nenhum
Coitados tão engalfinhados
Que sendo dois parecem um

De pé imóveis transportados
Como uma estátua erguida num
Jardim votado ao abandono
De amor juncado e de outono.


Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca'

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Eu, Malala – A minha luta pela liberdade e pelo direito à educação

Malala Yousafzai,  uma miúda paquistanesa nascida a 1997, aceitou em 2009 começar a escrever um blogue para a BBC sobre o estilo de vida do seu país. A partir daí, tanto ela como o seu pai, Ziauddin, tornaram-se alvos de inúmeras ameaças de morte, às quais foram fugindo como podiam.



A 9 de Outubro de 2012, Malala voltava da escola até que a carrinha onde viajava foi parada e sobre a jovem foram disparados três tiros. Mas Malala sobreviveu e continua a ser um alvo para os talibãs. Este é o livro sobre uma das heroínas dos tempos modernos – em 2013 foi considerada pela Time como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo e discursou perante as Nações Unidas – e ainda do seu pai que sempre insistiu para que não deixasse de dizer aquilo que queria, para que não baixasse os braços na luta pela liberdade de uma sociedade que renega as mulheres e que continua a cometer actos de terrorismo.

Eu, Malala – A minha luta pela liberdade e pelo direito à educação, da editorial Presença, é uma obra escrita pela própria e contou com a participação de Christina Lamb, uma famosa correspondente de guerra que trabalha para o Sunday Times. Por último, de destacar ainda que Malala foi a pessoa mais jovem de sempre – 16 anos – a ser nomeada para o Prémio Nobel da Paz.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A propósito de Ali Babá

           As Mil e Uma Noites é uma colecção de histórias e contos populares originárias do Médio Oriente e do sul da Ásia e compiladas em língua árabe a partir do século IX. No mundo ocidental, a obra passou a ser amplamente conhecida a partir de uma tradução do francês realizada em 1704 pelo orientalista Antoine Galland, transformando-se num clássico da literatura mundial.  
http://livrariapodoslivros.blogspot.pt/2012/05/as-mil-e-uma-noites.html

terça-feira, 5 de novembro de 2013



Para a Helena Perdigão, obrigada!



«Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

(…)»

Machado de Assis

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

O livro dos pensamentos


Ainda Mário Quintana

Temos três
professores
importantes:

O momento feliz,
O momento triste
E o momento difícil
.
 
O momento feliz mostra
O que não precisamos mudar.

O momento triste mostra
O que precisamos mudar.

O momento difícil mostra
Que somos capazes de superar.

E já lá vão trinta...

           Pois é! Trinta anos é muito tempo. Não vou repetir a lengalenga do costume, lembrar todo o percurso de uma vida de trabalho que, apesar de por duas vezes interrompida, nunca foi outra: sempre na escola. 
          De contratada/paraquedista a efetiva-provisória, de efetiva a quadro de escola, agora quadro de agrupamento, que mais irá acontecer?
         

             

sábado, 2 de novembro de 2013

Pensamento do dia, Mário Quintana

«Só se deve beber por gosto: beber por desgosto é uma cretinice.»

sexta-feira, 1 de novembro de 2013


POEMINHO DO CONTRA, Mário Quintana

 
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!

Mário Quintana

O Tempo
 
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.