sexta-feira, 28 de junho de 2013

PIXIES - BAGBOY

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Aaron Becker


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Mandela


Para refrescar... Disney's Frozen Teaser Trailer

sábado, 22 de junho de 2013

The best of Einaudi

Bom para quem vai corrigir exames! Ludovico Einaudi - Royal Albert Hall Concert Part 2 Live

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Mumford & Sons

quinta-feira, 20 de junho de 2013

«Eu sei que isto que agora escrevo vai circular nos blogues dos professores, vai ser adulterado, deturpado, montado conforme dê mais jeito: já o fizeram no passado, inventando coisas que eu nunca disse, e só custa da primeira vez.» MST.

     Não é verdade, custa sempre e  não te leio, não te ouço e não te respeito... Tenho mais o que fazer!
     Mas custa, sobretudo, ver que há quem tenha tempo de antena para denegrir toda uma classe que se entrega de corpo e alma, num espírito, exemplar, de missão, ao sucesso dos seus alunos.
    Sou pouco lida, felizmente, assim não tenho de me preocupar com as opiniões dos outros (coisa que nunca me preocupou...) mas ver esmiuçado em artigos de opinião, cuja opinião não vale nada, nem dois traques, ou valendo o que vale, o trabalho de cada dia, que nunca é igual, porque nunca fazemos o mesmo, hoje é um teste, amanhã uma composição, depois a matéria nova, uma carrada de exercícios para sistematizar, um texto lindo de morrer para decorar e embevecer quem o ouve... Brincamos? 40 horas??? Quantos sábados, domingos, feriados... quantas noites? Três meses de férias? Desde quando? Está tudo louco? Não têm mais nada para fazer? Será que a verborreia de quem pode não tem fim? A manipulação? Claro que estamos à mão, se a coisa não corre bem a culpa é sempre nossa, os outros não são como nós. Nós não somos pais, não somos família, não temos de enfrentar as mesmas dificuldades que os outros, não somos normais, temos super-poderes, regalias, estamos imunes aos problemas do dia-a-dia, não temos contas para pagar, não temos filhos com problemas, não temos horários para cumprir, nem temos chefias a quem temos de prestar contas... Convivemos, diariamente, com a nata da sociedade, os colegas são os maiores, as escolas estão muito bem apetrechadas, temos estores que funcionam, computadores topo de gama e cadeiras, super-confortáveis, que não nos rasgam as meias. No inverno, podemos despir os casacos, nós e os alunos, as salas estão aquecidas, são confortáveis, arejadas, saudáveis, e no verão podemos escancarar as janelas, porque os 40º não chegam às salas...
     Ao mudar uma aluna de lugar, porque falava desalmadamente com outra, respondeu-me que não queria ir para ao pé da janela porque tinha frio! Tínhamos todos! E temos calor agora...
    Não temos ar condicionado, nem queremos, queríamos as obras prometidas há anos, queríamos os agentes cancerígenos fora da nossa escola, queríamos salas confortáveis para podermos cantar de galo como alguns que não sabem o que é estar numa escola, mas falam como se lá fossem todos os dias!
     

Pessoa de bem? Duvido...

      Pois é, hoje foi dia de exame, e não fossem os nervos da Mafalda, ainda agora nem sabia o que tinha acontecido com os meus alunos, uma vez que decidi não ir à escola para não me influenciar pela relação entre o grau de dificuldade apresentado nas provas e a nota que eu «prometi» aos miúdos (sim, porque a greve tem destas coisas, as notas internas ainda não foram dadas, não é uma questão de ainda não terem sido publicadas....). Imagine-se! Sem comentários. Pode ser que seja amanhã, uma vez que estamos todos fartos de brincar e que a brincadeira já foi longe demais!
     Ora, como é do conhecimento geral, saiu uma coisa fabulosa que dá pelo nome de METAS, e nessa coisa fabulosa, a ser implementada a partir do próximo ano letivo, há conteúdos gramaticais que são suprimidos: divisão e classificação de orações, o simpático pronome relativo e a classificação de palavras na sua relação escrita/som, coisa gira sobretudo quando o MEC entendeu que quando os miúdos começam a esmiuçar essa relação acabam por fazer mais confusões do que o que seria esperado e daí que darão mais erros ortográficos! O que é que sai no exame? Muito bem! Classificação de orações, pronomes relativos e classificação de palavras parónimas... Acho que está tudo dito.
     Ficam aqui as minhas desculpas aos alunos e respetivas famílias, por não ter insistido nestes dois conteúdos, apesar de moribundos, mas referidos várias vezes em sala de aula, foram basicamente excluídos das aulas suplementares e de revisão.
       Espero, entretanto, que a prova tenha corrido bem a todos, mais ainda por conhecerem tão bem o texto retirado da obra lida em contexto de sala de aula, Os livros que devoraram o meu pai, de Afonso Cruz.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

3FM - Mumford And Sons

terça-feira, 18 de junho de 2013

Home


domingo, 16 de junho de 2013

Precisa-se...

Anthony Browne

Meninos e meninas do F e do G, se por aqui passarem...

Aula amanhã, conforme combinado!


sábado, 15 de junho de 2013

Agradeço, Zé e Vinagre... como professora que sou!

Manifesto - Obrigado professores 
Sem Educação não há país que ande para a frente. E é para trás que andamos quando o governo decide aumentar o número de alunos por turma, despedir milhares de professores e desumanizar as escolas, desbaratando os avanços nas qualificações que o país conheceu nas últimas décadas. Não satisfeito, continua a sua cruzada contra a escola pública. Ameaça com mais despedimentos e com o aumento do horário de trabalho dos que ficam. 
Ao atacar os professores o governo torna os alunos reféns. Com menos apoios educativos e menos recursos para fazer face à diversidade de estudantes, é a escola pública que sai enfraquecida. Querem encaixotar os alunos em turmas cada vez maiores com docentes cada vez mais desmotivados. Cortam nas disciplinas de formação cívica e do ensino artístico e tecnológico, negando aos jovens todos os horizontes possíveis. 
Os professores estão em greve pela qualidade da escola pública e em nome dos alunos e das suas famílias. Porque sabem que baixar os braços é pactuar com a degradação da escola. Os professores fazem greve porque querem devolver as asas aos seus alunos que o governo entretanto roubou. Esta greve é por isso justa e necessária. É um murro na mesa de quem está farto de ser enganado. É um murro na mesa para defender um bem público cada vez mais ameaçado. 
Por isso, estamos solidários. Apoiamos a greve dos professores em nome de uma escola para todos e onde todos cabem. Em nome de um país mais informado e qualificado, em nome das crianças que merecem um ensino de qualidade e toda a disponibilidade de quem sempre esteve com elas. É preciso libertar a escola pública do sequestro imposto pelo governo e pela troika. Aos professores dizemos “obrigado!” por defenderem um direito que é de todos. 
Subscritores: 
António Pinho Vargas, Compositor
Bruno Cabral, Realizador
Camilo Azevedo, Realizador, RTP
Carlos Mendes, Músico
David Bonneville, Cineasta
Eurico Carrapatoso, Compositor
Hélia Correia, Escritora
Leonel Moura, Artista plástico
Luís Varatojo, Músico, A Naifa
Luísa Ortigoso, Actriz
Jacinto Lucas Pires, Escritor
Joana Manuel, Actriz
João Salaviza, Cineasta
José Luís Peixoto, Escritor
José Mário Branco, Músico
José Vítor Malheiros, Jornalista
Marta Lança, Editora e produtora
Messias, Músico, Mercado Negro
Nuno Artur Silva, Autor e produtor
Pedro Pinho, Cineasta
Rui Vieira Nery, Musicólogo
Raquel Freire, Cineasta
Sérgio Godinho, Músico
Valter Vinagre, Fotógrafo.
Zé Pedro, Músico, Xutos e Pontapés.

Estou farta desta merda!

Sou professora!
E convenhamos, ele há greves e greves...
Tenho três turmas, ainda só fiz uma reunião. A minha direção de turma, para gáudio de algumas imbecis, professoras, dizem elas que o são, ainda não se realizou... não por minha responsabilidade, mas porque alguém, com toda a legitimidade, decidiu fazer greve. Ao que parece, eu teria ficado furiosa. Engano! Fico furiosa à conta de ordens e contra-ordens! Porque, a direção da minha escola assentou arraiais na escola-sede do agrupamento, que deixou de ser a minha, porque ninguém se entende, porque, porra, estou farta desta porcaria da austeridade que não reconhece direitos nem deveres a ninguém, só uma obediência cega, seja ao MEC ou aos sindicatos...
Deixei de ser sindicalizada num dos sindicados há 20 anos, exatamente pela mesma razão que nos move hoje, roeram a corda numa altura crucial, e o ME, na altura, levou a sua à frente, porque os sindicatos deixaram-se «comer». Cheguei ao Alentejo, em 97, e fiquei estarrecida com a facilidade com que certas pessoas entravam nas escolas e agrediam os profs, por dá cá aquela palha! Achei que talvez fossse melhor, dado o meu temperamento, filiar-me «no outro sindicato»... Mas chegou janeiro deste ano e o melhor foi mandar os sindicatos às urtigas. É só ver o património de uns e de outros, os casos que são resolvidos, os interesses individuais... e por aí a fora! Assim sendo, para além de não sentir que tenho cidade (Lisboa, minha Lisboa...) não me revejo nesta gente que diz representar-nos! Muitas delas (pessoas) já reformadas e longe do alcance destas medidas horrorosas que pretendem aplicar-nos, cegamente.
Pois, como já disse, ainda não fiz greve às avaliações, sou contra isso, e vão-me ao ordenado, que comparando com a época em que tive cancro, já reduziu em 800 euros, o que não dá para pagar o vencimento do meu mais que tudo... Problema nosso, é verdade! 
Agora, ser convocada para vigiar/ser coadjuvante numa escola que não é a minha, obrigando-me a desempenhar funções para as quais nunca, em condições «normais», nunca fui destacada, aparecer, tipo ovni, numa escola que não é minha, para «furar» uma greve (independentemente das razões que assistem a quem a faz na escola de origem) isso NÃO o faço. Lá se vão 100€ no meu ordenado, lá se vai a aula suplementar que tinha agendado com os meus alunos que vão a exame no dia 20, e que bem precisam de ajuda, mas que tive de suspender, de tal modo fiquei aparvalhada com a convocatória que fui obrigada a assinar...
Estou danada, confusa, furiosa, revoltada, pior que estragada e farta desta merda.
Não podiam adiar a merda do exame para dia 20?
Têm mesmo de fazer finca pé face aos sindicatos, carregadinhos de razão?
Sabem quanto tempo demora a fazer um teste? ELABORAR? e CORRIGIR?
Não falo pelos outros, por aqueles por quem sinto uma vergonha imensa, que dizem «tu fizestes...», «estou aquase farta...», «há aí uns quaisqueres...» e por aí a fora, os «póssamos, os tênhamos e os fáçamos» que continuo em crer (eu e o corretor ortográfico do meu computador, pobre coitado) que sejam uma minoria, falo/escrevo em nome daqueles que não nasceram professores, que levaram nas orelhas para crescerem, que hoje são Professores, acima de tudo grandes profissionais, que estão sempre disponíveis para ouvir, apoiar, ensinar, discutir ideias, resolver problemas, mas sobretudo para dar um abraço ou um beijinho quando os nossos miúdos estão tristes, e a primeira coisa que dizem quando chegam à escola é «professora, dê-me um beijinho...»

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Shelley Davies

Em final de ano, é assim que me sinto...The National - Humiliation - Barclays Center, NYC, 2013-06-05 (front row)

segunda-feira, 10 de junho de 2013

sexta-feira, 7 de junho de 2013

E o que dizer do 6ºG?

      «Professora, vai ter muitas saudades nossas, não é? A professora gosta muito de nós? Vá lá, diga lá?»
       Sim, Sofia, vou... E de que maneira! Não digo mais nada hoje! Quando as saudades baterem forte, aí sim, direi o que me for na alma.
        Habituamo-nos às partidas, às despedidas, mas lá no fundo, no fundo, ficam saudades imensas de miúdos giros, despertos, mais ou menos atentos, que ajudámos, de alguma forma, a crescer...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Mais um ano que chega ao fim... em comezainas e bom ambiente!

    











Há muito tempo que não tinha uma direção de turma assim! Nem tudo corre sempre bem, mas correu tudo tão bem que, desta vez, vou mesmo dizer que vou ter montes de saudades destes miúdos.
     Evoluiram de uma forma fantástica, aceitaram o meu péssimo feitio, revelaram brio! E ainda almoçámos juntos...
      Vamos ver como se portam nos exames! Eu acredito em milagres, mas acho que os nossos santos milagreiros têm mais o que fazer e com que se preocupar do que connosco. Por isso, só peço aos «meus» meninos que se apliquem e estudem.
      Obrigada por este ano tranquilo, foi um privilégio!



















terça-feira, 4 de junho de 2013

Mumford & Sons - Winter Winds

As the winter winds litter London with lonely hearts
Oh the warmth in your eyes swept me into your arms
Was it love or fear of the cold that led us through the night?
For every kiss your beauty trumped my doubt

And my head told my heart
"Let love grow"
But my heart told my head
"This time no
This time no"

We'll be washed and buried one day my girl
And the time we were given will be left for the world
The flesh that lived and loved will be eaten by plague
So let the memories be good for those who stay

And my head told my heart
"Let love grow"
But my heart told my head
"This time no"
Yes, my heart told my head
"This time no
This time no"

Oh the shame that sent me off from the God that I once loved
Was the same that sent me into your arms
Oh and pestilence is won when you are lost and I am gone
And no hope, no hope will overcome

And if your strife strikes at your sleep
Remember spring swaps snow for leaves
You'll be happy and wholesome again
When the city clears and sun ascends

And my head told my heart
"Let love grow"
But my heart told my head
"This time no"

And my head told my heart
"Let love grow"
But my heart told my head
"This time no
This time no"

segunda-feira, 3 de junho de 2013

E o livro? Lindo de se comer e chorar por mais! Obrigada, meninos! Obrigada, Zé, grande artista!

sábado, 1 de junho de 2013

Mumford & Sons - Winter Winds