domingo, 27 de fevereiro de 2011

velvet underground - sunday morning

sábado, 26 de fevereiro de 2011

De regresso a Valverde...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

E já é Sexta-feira!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

OK!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

James - Sometimes

video

sábado, 19 de fevereiro de 2011

As personagens do Menino Nicolau

A minha pátria é a língua portuguesa

A minha pátria é a língua portuguesa

O Caldo! Porquê Caldo?, Tomás Seatra


Hoje de manhã, na escola, eu e os meus amigos estávamos a falar sobre o que seria o almoço na cantina:
- Eu cá acho que é jardineira – disse o Eudes.
- Eu acho que é massa com atum – disse o Clotário.
- Eu penso que são sandes com manteiga – disse o Alceste.
- Sandes com manteiga não é nenhum almoço – retorquiu Clotário
- É sim!
- Não é nada!
- Em minha casa, ao almoço comemos sempre sandes com manteiga – tornou a dizer o Alceste.
-Lá estás tu a dizer uma das tuas mentiras – disse o Clotário enquanto se preparava para lhe bater.
Então começaram à pancada e às chapadas até que chagou Caldo e disse:
- O que é que se passa aqui, suas pestes?
- Ele disse que sandes com manteiga não era almoço nenhum e eu disse que sim e desatámos à pancada – informou Alceste muito atrapalhado.
Então o Caldo começou a deitar fumo das orelhas e eu percebi porque é que lhe chamam Caldo: o caldo quando está a ferver começa a deitar fumo e quando o Caldo está a “ferver” de raiva deita fumo das orelhas.

"O Caldo! Porquê Caldo?" , Marta Sousa

 No outro dia, quando o Clotário veio com os seus óculos para a escola, eu disse que qualquer dia contava porque chamo ao vigilante da escola, Caldo... Adivinhem! Esse dia é hoje!
    Bem... Eu vou contar a história. Um dia em que todas as crianças da escola pareciam felizes, o nosso vigilante, cujo nome não tem nada a ver com Caldo, tinha pela primeira vez faltado ao trabalho!
    No dia seguinte voltou a acontecer e aí eu achei mais estranho, não só porque já tinha faltado duas vezes seguidas, mas também porque só quatro alunos da minha turma tinham ido à escola. No dia a seguir, só três alunos tinham aparecido e não havia sinal do nosso vigilante.
    Eu decidi contar à minha mãe o sucedido e ela telefonou à mãe do Clotário a perguntar se ele estava doente. Ela respondeu que sim e acrescentou que andava com muitas dores de barriga e que devia ter sido de alguma coisa que comeu.
    Eu perguntei à minha mãe se havia alguma doença que causasse muitas dores de barriga e que fosse contagiosa, mas ela respondeu-me que não e mandou-me ir dormir, porque já era noite.
    Na manhã de quinta-feira eu lembrei-me que eu, o Aniano e Eudes somos os únicos que não almoçamos na escola e que não ficámos doentes. Essa era a resposta ao meu problema! Bem, e agora que já contei a história tenho a dizer que o Caldo é uma pessoa bestialmente frágil, visto que foi o mais afectado pelo caldo de peixe de segunda-feira, ficando internado durante um mês. O que ainda hoje não percebo é: Como é que o Caldo foi o único que faltou na parte da tarde de segunda-feira e como é que o Rufus aguentou até quarta-feira sem ficar doente.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O Caldo! Porquê Caldo?, Rita Gateira

O Caldo! Porquê Caldo?

Olá! Eu sou o Nicolau e gosto muito de partidas! Vou contar-te uma muito engraçada que aconteceu com o vigilante da minha escola, muito conhecido por Caldo: estava eu a comer na cantina da minha escola quando os meus colegas me disseram: “Ei, vamos fazer uma aposta, está bem?” “Que aposta?” disse eu. Então eles disseram-me que se eu pusesse o meu prato (com o caldo) no chão, eles deixavam-me comer as suas sobremesas, que era mousse de chocolate!                                                                                              
Ora, como eu não resisto a doces, principalmente a mousse de chocolate, meti o meu prato no chão.
Mas tive um grande azar! O Caldo reparou no prato e então perguntou a toda a gente quem é que tinha posto o prato no chão. Eu, muito envergonhado, disse que tinha sido eu, mas que os meus colegas é que tiveram a ideia! Mas como eles disseram que eu estava a mentir, o Caldo puxou-me pelas orelhas, ralhou comigo, começaram todos a rir-se e depois o Caldo foi telefonar aos meus pais para irem à minha escola. E ele também me disse para não mexer no prato, para os meus pais verem o que eu tinha feito.
Quando ele chegou do seu escritório, ia puxar-me pelo braço, mas escorregou no caldo e caiu! Aquilo foi mesmo muito, muito engraçado!
Foi assim que ele ficou conhecido por Caldo!
E eu fiquei muito contente a comer quatro mousses de chocolate e a ver os meus colegas tristes e sem sobremesa! Espero que tenhas gostado da minha história! Um dia conto-te outra história também muito engraçada e que aconteceu com o meu pai! Adeus!

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Human Planet - Web exclusive series trailer - BBC One

Cat Stevens - The Wind


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Balanços II


Ida para os Olivais: Tomás, Titas, Tucha e João Pedro, primeiros vizinhos e amigos.
Ida para o D.Dinis: Isabel Berkemeier, primeira amiga; Cristina do 6º, Ana do Monte, Filipa Mendonça e as manas, Fatinha e Xica, Graça e Teresa Beirão, Cristina do 7º e o irmão, meu colega de turma, a do 8º gamou-me uma camisola, detestei-a! E as gémeas, Luz e São, as gémeas mais diferentes que conheci. O tabaco à borla, dado pela Ana, os cafés à noite no Sorraia, mais tarde no Tó, pouco fui ao Tosta!
O Monte, para além de nós, as miúdas, os Morrison, Carlos e Paulo, o Bexiga, o Tito, o Ju e o Vi, o Toninho Louro, o Joãozinho e a sua Moto Guzzi e o Xangai e o seu carrão! O Tóinas, o Xico Xavier e os seus bons conselhos, a sua música e a do Corisco juntos e ao vivo! A Gilera do Rui Fonseca, a Honda 50 do Anselmo…
A fogueira enorme no meu primeiro Santo António na rua; a Feira Popular e o twister, uma tragédia anunciada; pastéis de nata atirados para o 3º andar pela manhã; as tolerâncias de meia hora nas saídas à noite até às 11h! As idas ao cinema, as festas na cave do Monte, na garagem do Ju; o Tiço, um querido! As irmãs Lobato de Faria, a Babá, com quem, mais tarde, fui ao Ministério da Educação denunciar a venda por 500$ dos exames do Propedêutico (e não me arrependo de o ter feito!).
As idas para as aulas a pé, íamos passando e chamando os amigos, era uma autêntica procissão de bairro, uma romaria até à escola! Era tão bom!
A minha primeira turma mista, a Cristina do 6º, a Raquel Freire, a Quicas, a Xana, que dançava no chão "The House of the rising sun", nos Convívios, o Inácio, Pê Zé, o Manel Malheiro Máximo e o Paulo, Puto estúpido, como o tratávamos, e tínhamos razões para isso! A Rita Cardoso Pires, que me ajudava no desenho à vista no meu segundo 5º ano, sim, porque chumbei, obviamente! Estava a pedi-las há que tempos! Repeti a parte de Ciências e tive a preciosa ajuda de uma explicadora de Desenho a AnaPaula, uma artista com uma paciência interminável! O Tito achava que aquela era sempre uma boa hora para passar à minha janela com a Honda do Anselmo!
O meu primeiro namorado e o meu primeiro amigo… estragou tudo, mais tarde, podia não o ter feito, teria sido muito melhor!
O incêndio na casa do Sandro, as fotografias do Toninho Neto, os passeios de mota, fazer motocross atrás do D.Dinis aos Sábados de manhã com o Fernando Silveira…
O bar do D. Dinis com aqueles sonhos maravilhosos, as suas célebres empadas e o martírio que era chegar à frente e conseguir ser-se atendido; as escadinhas entre o refeitório e o bar, onde nos sentávamos; as cenas de pancada, o Juan, o Paulinho, o Miguel e todos os outros; os grupos que se foram criando, as primeiras separações...
O Zé Pedro, dois anos noutro mundo: os Olivais Norte no seu melhor, o Tábuas, à tarde, o Luís Sambado, o Manucho, o Pedro Sá, o Licas, o Zé Mário…
Os banhos de “rega” nos dias quentes no Vale do Silêncio, onde vi pela última vez o Paulo Anarka, recuperei-o um bocadinho quando encontrei cá, em Évora, o seu irmão, Pedro Rosado.
O Testas, o Pedro Bidarra, os meus amigos do 6º e 7º anos! O Testas, inseparável! A malta da tarde no D. Dinis, Edgar e Fernando Pêra, os manos Rodrigo e … (já me falta um nome!), a rádio na sala de convívio, beba água do chuveiro… sem graça nenhuma! Mas era diferente e novo! A Margarida Sampaio e a Irene Mota Pinto, mãe muito cedo, tal como a minha irmã. Os dramas que se viveram em muitas casas com a droga, relações complicadas, dramas que nunca se resolveram… Tantos! Os afastamentos, os desgostos, as perdas: Ricardo Velha, um estúpido acidente de mota, o Bicos, o Jorge, que já era enfermeiro e que desistiu de viver, as overdoses que foram manchando as nossas vidas e roubando os nossos amigos.
Não tenho saudades, houve muitos momentos bons, mas também feridas abertas que nunca sararam e que nunca vão sarar, por muitos anos que passem. A nossa memória não é curta, apesar do que se diz!
Não conheço a maioria das pessoas que povoam estes grupos que se criaram à roda dos Olivais, bairro que a minha mãe ajudou a criar e a crescer e que me viu crescer. Ou já não me lembro de uns quantos, tal como não se lembram de mim! Estávamos juntos no Liceu e pouco mais, nessa altura éramos todos “amigos”, os miúdos têm sempre montes de amigos, e hoje, adultos, também os temos, apesar de facebookianos, mas tão virtuais como os de dantes!
Lena

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Snow Patrol - Make Love To Me Forever ♥

Elogio do amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso)♥

Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje.Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, sãouma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio,não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe.Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."

Elogio do amor (Miguel Esteves Cardoso - Expresso)

Cupido♥♥

White Lies - To Lose My Life ♥

Cupido♥

Love of the Loveless - Eels (Lyrics)♥

domingo, 13 de fevereiro de 2011

The Beatles - All You Need Is Love (HD)♥

All you need is love♥

Beatles and Julian Lennon - 'When I'm 64'♥

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Os lugares da NOCA♥♥♥♥♥


video

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

R.E.M. "Mine Smell Like Honey"

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Ah!

ADD

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Caldo! O Caldo? Porquê o Caldo?

Eels - Little Bird, lindo!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma carta ao Menino Nicolau VI


        Évora, 7 de Fevereiro de 2011
Caro Nicolau:
        Como tens passado? Por aqui está tudo bem, muito trabalho, mas divertimo-nos na mesma.
        Tenho uma história para te contar:
        Certo dia, decidi fazer panquecas, fiz a massa e pu-la na frigideira. Quando ela começou a ficar douradinha eu atirei-a ao ar. Repeti essa operação várias vezes. O problema foi que numa das vezes a frigideira escorregou-me da mão e caiu-me em cima da cabeça juntamente com a panqueca.
        Como vês, acabei por não comer nada. Fiquei apenas com um grande galo na cabeça.
        Fico à espera de notícias! Beijinhos e abraços.
Albertina Carrapata
P.S: Estou desejosa que me contes mais episódios engraçados da tua vida.

Ghostriders in the sky - Johnny Cash & The Muppets Show

Semana SeguraNet 7 a 13 de Fevereiro

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Uma carta ao Menino Nicolau V


 
Évora, 22 de Fevereiro de 2222



Caro amigo Nicolau:
Está tudo bem? Por cá sim.
Ontem à tardinha vi uma coisa bestialmente engraçada. Fui a casa do meu tio, aquele que tem uma piscina. Estava eu a comer panquecas à borda da piscina, quando avistei algo no fundo. Fiquei curioso e decidi ver o que era. Quando cheguei ao pé dessa coisa decidi puxá-la. Estava quase a perder o ar mas finalmente consegui arrancá-la. Voltei à superfície e reparei que a piscina se estava a esvaziar. Lá vinha o meu tio a correr com o seu fato de banho vestido e eu já com a água pelos tornozelos. O meu tio saltou no preciso momento em que a piscina se esvaziara completamente. No fim do salto, o meu tio bateu com o rabo no chão.
Fomos ao hospital. Quando o meu tio saiu da sala de observações, a médica disse que o meu tio só não tinha partido o cóccix porque uma panqueca lhe tinha amortecido a queda.
Neste momento aguardo pacientemente que o meu tio encha a piscina e me atenda o telefone, porque parece estranho estar sempre a dormir quando lhe tento telefonar…



Um abraço do amigo
Maurício Morais


Mensagem da semana, por Mark Twain, para pensar e fazer!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Sesame Street: African Alphabet



Amazing
Beautiful
Creatures
Dancing
Excite the
Forest
Glade, in my
Heart how
I do
Jump like the
Kudo
Listen to the
Music so
Nice the
Organ
Plays.
Quietly
Rests the
Sleepy
Tiger
Under the
Vine tree at the
Water's side and
X marks the place 'neith the
Yellow moon where the
Zulu king and I did hide.

Não gosto, nem um bocadinho! Mas aqui fica para quem ainda não fez o TPC! Rio Grande - Postal dos Correios (Official Videoclip) 1996

Uma carta ao Menino Nicolau IV

Évora, 2 de Fevereiro de 2011
Olá Nicolau:
      Como estás? Por aqui está tudo bem. Eu estou a escrever-te esta carta pois quero contar-te uma aventura muito engraçada que se passou comigo.
       Estava eu na sala de aula quando a professora me pediu para pôr as fichas de trabalho no seu dossiê. Eu, como estava distraída, meti o dossiê na minha mochila. Quando eu estava a pôr a mochila às costas, as alças partiram-se e o dossiê caiu numa poça de lama. Aí é que eu vi que o dossiê era da professora! Fiquei muito preocupada! Pensei logo que a professora se ia zangar comigo! Quando cheguei a casa fui pôr as folhas a secar e no dia seguinte, vi que faltava uma. Como tinha manhã livre, procurei a folha por toda a casa. Muito, muito triste vi que a folha estava no lixo e toda amachucada! Felizmente estava ali um rolo de massa! Quando a folha já estava boa, pus no meu dossiê (pois o dossiê da professora estava estragado e sujo) e fui para a escola. Na sala de aula, fui falar com a professora e pedi-lhe muitas, muitas desculpas! Também disse que ia pagar o seu dossiê, mas ela disse que não era preciso pois já o devia ter metido no lixo há muito tempo. Que grande susto que eu apanhei nesse dia!
      Agora não tenho tempo para te contar mais uma história por isso beijinhos e adeus! Gostei de escrever para ti!
Felismina Esfola Joelhos
P.S.: Já descobri porque é que as alças da minha mochila se partiram! Foi o Ernesto Dente Esquisito!


Uma carta ao Menino Nicolau III


Évora, 3 de Fevereiro de 2011



Amigo Nicolau:
Como estás? Por cá está tudo bem. Estou a escrever esta carta porque quero contar-te uma história que aconteceu lá em casa, achei que irias rir-te muito ao lê-la.
Era dia de panquecas lá em casa, a mãe e o pai tinham ido numa viagem de trabalho e, como o tio que tinha ido tomar conta de nós não era lá muito bom cozinheiro, a coisa não correu como esperávamos
O meu irmão mais velho foi fazer a massa das panquecas. O tio começou a cozinhá-las e, para se armar em cozinheiro, fez como nas pizarias quando eles mandam a massa ao ar, o tio tentou fazer mas não correu tão bem, a panqueca foi ao ar e caiu em cima da ventoinha e espalhou-se por toda a cozinha. O tio pensava que com a farinha a massa se descolasse, mas ainda faz pior pois a cozinha além de estar suja de panquecas e estava branca de farinha. Quando ele olhou viu a cozinha toda suja e pensou que a água seria a solução para limpar aquela porcaria, então foi buscar a mangueira ao quintal, pôs a água no máximo, a mangueira descontrolou-se e ainda bem que nós chegámos, desligámos a água e em vez de termos um belo jantar ficámos a noite inteira a limpar a porcaria que o tio tinha feito.
Espero que te tenhas divertido tanto quanto eu. Um grande abraço da tua amiga,
Ermelinda Geraldina

PS: A mãe e o pai não acharam tanta graça e zangaram-se com todos nós