domingo, 30 de janeiro de 2011

Domingos

Candeeiros de Azeite do Museu de Évora - Colecção Margiochi

No próximo dia 2 de Fevereiro - dia de Nossa Senhora das Candeias -  inaugura a exposição Candeeiros de Azeite do Museu de Évora - Colecção Margiochi, que terá lugar na Galeria de Exposições da Casa de Burgos, pelas 18h30.
Esta mostra - constituída por 22 candeeiros de azeite, em latão, situados cronologicamente entre os séculos XVIII e XX - é muito representativa tanto da Colecção Margiochi do Museu de Évora, como também do universo destes candeeiros.
A exposição, que poderá ser visitada até dia 2 de Março, é organizada pela Direcção Regional de Cultura do Alentejo com o apoio do Museu de Évora/Instituto dos Museus e da Conservação e a colaboração do Programa Hércules.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Frio danado...

Van Morrison - Days Like This

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Leonard Cohen - Hey, thats no way to say goodbye

Van Morrrison -- reminds me of you

Mozart: 12 Variations "Ah, vous dirai-je, maman" KV 265 (Clara Haskil)

Amadeus MOZART - 255 anos


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lighthouse

Ovelharoco

domingo, 23 de janeiro de 2011

Sê voluntário, faz a diferença!


sábado, 22 de janeiro de 2011

shhhhh....

Rusted Root - Send Me On My Way

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Anúncio para arranjar namorada e resposta...

O JORNAL CEARENSE RECEBEU ESSE PEDIDO DE PUBLICAÇÃO DE ANUNCIO E, ACHANDO-O ENGRAÇADO, PEDIU AUTORIZAÇÃO PARA COLOCA-LO EM LOCAL DE DESTAQUE, SEM QUALQUER ACRÉSCIMO DE CUSTO. AFINAL, ERA CÓMICO. NÃO ESPERAVAM RESPOSTA. MAS... HOUVE A RESPOSTA... E, DA MESMA FORMA QUE O ANUNCIO INICIAL, RECEBEU LOCAL DE DESTAQUE EM SUA PUBLICAÇÃO.

ANÚNCIO PARA ARRUMAR NAMORADA

Matéria publicada em um jornal de circulação diária do Estado do Ceará
(Leia também a resposta da pretendente).

Homem descasado procura...

Homem de 40 anos, que só gosta de mulher, após casamento de sete anos, mal sucedido afectivamente, vem através deste anúncio, procurar mulher que só goste de homem, para compromisso duradouro, desde que esta preencha certos requisitos:
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE tenha idade entre 28 e 40 anos, não descartando, evidentemente, aquelas de idade abaixo do limite inferior, descartando as acima do limite superior.
Devem ter um grau razoável de escolaridade, para que não digam, na frente de estranhos: 'menas vezes', 'quando eu si casar', 'pobrema no úter', 'eu já si operei de apênis', 'é de grátis', 'vamo de a pé', 'adoro tar com você' e outras pérolas gramaticais.

Os olhos podem ter qualquer cor, desde que sejam da mesma e olhem para uma só direção.
Os dentes, além de extremamente brancos, todos os 32, devem permanecer na boca ao deitar e nunca dormirem mergulhados num copo d'água.
Os seios devem ser firmes, do tamanho de um mamão papaia, cujos mamilos olhem sempre para o céu, quando muito para o purgatório, nunca para o inferno.
Devem ter consistência tal que não escapem pelos dedos, como massa de pão.

Por motivos óbvios, a boca e os lábios, devem ter consistência macia, não confundir com beiço.
A barriga, se existir, muito pequena e discreta, e não um ponto de referência.
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE seja sexualmente normal, isto é, tenha orgasmos, se múltiplos melhor, mas mesmo que eventuais, quando acontecerem, que ela gema um pouco ou pisque os olhos, para que ele sinta-se sexualmente interessante. Independentemente da experiência sexual do PRETENDIDO, este exige que durante o ato sexual a PRETENDENTE não boceje, não ria, não fique vendo as horas no rádio relógio, não durma ou cochile.
O PRETENDIDO exige que a PRETENDENTE não tenha feito nenhuma sessão de análise, o que poderia camuflar, por algum tempo, uma eventual esquizofrenia.

A PRETENDENTE deverá ter um carro que ande, nem que seja uma Brasília, ou que tenha dinheiro para o táxi, uma vez que pela própria idade do PRETENDIDO, ele não tem mais paciência para levar namorada de madrugada para casa.

Enviar cartas com foto recente, de corpo inteiro, frente e costas, da PRETENDENTE, para a redacção deste jornal, para o codinome:
'CACHORRO MORDIDO DE COBRA TEM MEDO ATÉ DE BARBANTE'.

Resposta da Pretendente, publicada dias após, no mesmo periódico Cearense :

Prezado HOMEM DESCASADO...
Li seu anúncio no jornal e manifesto meu interesse em manter um compromisso duradouro com o senhor, desde que (é claro) o senhor também preencha outros 'certos' requisitos que considero básicos! Vale lembrar que tais exigências se baseiam em conclusões tiradas acerca do comportamento masculino em diversas relações frustradas, que só não deixaram marcas profundas em minha personalidade, porque 'graças a Deus', fiz anos de terapia, o que infelizmente contraria uma de suas exigências!

Quanto à idade convém ressaltar que espero que o senhor tenha a maturidade dos 40 anos e o vigor dos 28, e que seu grau de escolaridade supere a cultura que porventura tenha adquirido assistindo aos programas do 'Show do Milhão'...!

Seus olhos podem ser de qualquer cor desde que vejam algo além de jogos de futebol e revistas de mulher pelada. E seus dentes devem sorrir mesmo quando lhe for solicitado que lave a louça ou arrume a cama. Não é necessário que seus músculos tenham sido esculpidos pelo halterofilismo, mas que seus braços sejam fortes o suficiente para carregar as compras. Quanto à boca, por motivos também óbvios, além de cumprir com eficiência as funções a que se destinam, as bocas no relacionamento de um casal devem servir, inclusive, para pronunciar palavras doces e gentis e não somente: 'PEGA MAIS UMA CERVEJA AÍ, MULHER!'. A barriga, que é quase certo que o senhor a tenha, é tolerável, desde que não atrapalhe para abaixar ao pegar as cuecas e meias que jamais deverão ficar no chão. Quanto ao desempenho sexual espera-se que corresponda ao menos polidamente à 'performance' daquilo que o senhor 'diz que faz' aos seus amigos! E que durante o ato sexual, não precise levar para a cama livros do tipo: 'Manual do corpo humano' ou 'Mulher, esse ser estranho'!

No que diz respeito ao ítem alimentação, cumpre estar actualizado com a lista dos melhores restaurantes, ser um bom conhecedor de vinhos e toda espécie de iguarias, além de bancar as contas, evidentemente. Em relação ao carro, tornam-se desnecessários os trajetos durante a madrugada, uma vez que, havendo correspondência nas exigências que por ora faço, pretendo mudar-me de mala e cuia para a sua casa ... meu amor!!!

ass: A COBRA

Votar... um direito, um dever!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Paint It, Black-- The Rolling Stones lyrics

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Os Três Porquinhos


Era uma vez três porquinhos.
Três irmãos muito gordinhos.

Um dia saíram para construir suas casas.
A mãe dissera-lhes que tinham ganho asas.

O mais novo construiu uma casa de palha,
porque era preguiçoso e um grande canalha.

O do meio construiu uma casa de madeira,
com casa de banho, não lhe desse uma caganeira.

O mais velho construiu uma casa de tijolos,
pondo lá muita gente os seus olhos.

Os porquinhos não repararam que havia um lobo à espreita,
ele estava a preparar-se para fazer sua colheita.

O lobo avistou as três casas, deu um sopro na de palha,
tão forte que não precisou de navalha.

O porquinho foi até à casa de madeira,
correndo tão rápido que até fez poeira.

O lobo foi lá ter,
e com dois sopros fez a casa tremer.

Os dois porquinhos fugiram para a casa do seu irmão,
ele que era espertalhão, estava a ver televisão.

O lobo quando lá chegou,
soprou, soprou e soprou,
mas logo se cansou.

O lobo subiu para o telhado,
e desceu pela chaminé,
ficou com o rabo queimado,
e dali saiu envergonhado,
pelo seu próprio pé.                                       
Autores:
Tiago Duarte
Filipe Zambujo
Pedro Santana
Marcos Mendes
Paulo Palhão        

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Um Natal Diferente


Quando acordei, dirigi-me para a sala e lá estava ele! O Pai Natal! Mas era um Pai Natal triste, muito triste...
 Olhei para ele e disse-lhe para se sentar no sofá, pedi-lhe que me contasse o que se passara para ter aquela tristeza no rosto.
- Este Natal não vai haver prendas para as crianças, com a crise que estamos a passar não há dinheiro suficiente para brinquedos.
-Pai Natal, não fique triste porque o mais importante não é os brinquedos mas sim o Amor, a Paz e a Alegria.
-Peço-te que juntes todas as crianças do mundo às 21 horas na minha casa.
-Assim o farei Pai Natal.
Durante a noite corri todo o mundo a avisar as crianças.
Às 21 horas o Pai Natal começou a ler uma carta que tinha escrito. Todos se perguntavam o porquê de tudo aquilo.
-Obrigado a todos por estarem aqui, como já sabem andamos a passar por uma crise e não há dinheiro suficiente para brinquedos. Peço desculpa a todos mas não há mesmo dinheiro. Com beijinhos Pai Natal.
Do fundo apareceu uma voz a gritar:
-Não faz mal, Pai Natal. O que interessa é passarmos uma noite muito feliz. Vamos passá-la todos juntos como uma família.
E assim foi todos se divertiram muito e quanto aos presentes nunca mais se lembraram.

                                                           Texto realizado por:
                                                              Ana Isabel da Luz Pires

Monochrome - Dominique A & Yann Tiersen

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Branca de Neve, 5ºB


Era um vez sete anões
Mineiros de profissão.
Vinham felizes da vida
Cantando um canção.
            ***
No meio do caminho
Encontraram uma menina.
Era Branca de Neve
Branca como a farinha.
           ***
Estava caída no chão
Morta de medo e de frio.
Logo se chegou um anão
Que a correr a acudiu.
           ***
Os seis irmãos o anão chamou
A Branca de Neve logo acordou.
Para sua casa a menina levaram
E dela com carinho cuidaram.
         ***
Certo dia numa tarde bela
Apareceu um príncipe à janela.
Um carapuço escondia uma cara horrível
Pronto para fazer um coisa terrível.
    ***
Pegou nela e levou-a
E não a levou a toa.
Queria-a para escrava
E nem com ela falava.
  ***
A Branca de Neve de tanto lavar
Estava prestes a vomitar.
Quando o príncipe chegou
Ela logo vomitou.
  ***
A bruxa no castelo apareceu
Com a vassoura no chão bateu.
E um rato logo desceu
Para Branca de Neve apanhar
A assim a conseguir salvar.
  ***
O rato o rabo do príncipe mordeu
Com tanta força que até doeu.
A Branca de Neve aproveitou
E dali logo abalou.
  ***
Voltou para os sete anões
Que tanto precisavam dela.
Pois diziam palavrões
Quando não estavam com ela.

Ana Cruz, Carolina Escada, Joana Marcão, Maria Padrão e Sofia Mendes

Otis Redding - I've Got Dreams To Remember.wmv

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Jardim das Casas Pintadas em Évora

O Gato das Botas, Rafael & Compª, 5ºB

Gato das Botas
 
Numa aldeia pouco procurada,
Vivia uma família muito desencontrada,
Já a mãe estava morta,
De comer tanta torta,
O marido estava a morrer,
Depois de uma vida a varrer.
O velho deixou uma herança,
Que não dava esperança,
Ao primeiro, deu um canteiro,
Cheio de plantas de cheiro,
Ao segundo, uma chinesa,
muito feia chamada Teresa,
Ao terceiro deixou dois gatos,
Tão ranhosos que pareciam ratos.
O primeiro com o seu canteiro,
Abriu uma loja de plantas de cheiro,
O segundo com a chinesa,
Trocou-a por uma francesa,
O terceiro com os gatos,
Ficou livre dos ratos.
Um dos gatos abalou,
O outro com o dono ficou,
Jurou mudar-lhe a vida.
Já vos conto como de seguida:
 

Uma linda princesa
Vai casar-se com vossa alteza
Meu amo, vá descansar
Para o lago vá nadar
No banho todo descontraído
Viu o gato com cara de atrevido
Mal sabia ele o que o esperava
Uma linda princesa por ali passava
Depressa de nu e molhado
Passou a bem vestido e amado
No castelo do ogre
Foi ditada a sua sorte
Uma princesa ganhou
Com um gato esperto ficou
E assim a história acabou.

Um cê a mais, Manuel Halpern

Quando eu escrevo a palavra ação, por magia ou pirraça, o computador retira automaticamente o c na pretensão de me ensinar a nova grafia. De forma que, aos poucos, sem precisar de ajuda, eu próprio vou tirando as consoantes que, ao que parece, estavam a mais na língua portuguesa. Custa-me despedir-me daquelas letras que tanto fizeram por mim. São muitos anos de convívio. Lembro-me da forma discreta e silenciosa como todos estes cês e pês me acompanharam em tantos textos e livros desde a infância. Na primária, por vezes gritavam ofendidos na caneta vermelha da professora: não te esqueças de mim! Com o tempo, fui-me habituando à sua existência muda, como quem diz, sei que não falas, mas ainda bem que estás aí. E agora as palavras já nem parecem as mesmas. O que é ser proativo?  Custa-me admitir que, de um dia para o outro, passei a trabalhar numa redação, que há espetadores nos espetáculos e alguns também nos frangos, que os atores atuam e que, ao segundo ato, eu ato os meus sapatos.
Depois há os intrusos, sobretudo o erre, que tornou algumas palavras arrevesadas e arranhadas, como neorrealismo ou autorretrato. Caíram hifenes e entraram erres que andavam errantes. É uma união de facto, para não errar tenho a obrigação de os acolher como se fossem família. Em 'há de' há um divórcio, não vale a pena criar uma linha entre eles, porque já não se entendem. Em veem e leem, por uma questão de fraternidade, os és passaram a ser gémeos, nenhum usa chapéu. E os meses perderam importância e dignidade, não havia motivo para terem privilégios, janeiro, fevereiro, março são tão importantes como peixe, flor, avião. Não sei se estou a ser suscetível, mas sem p algumas palavras são uma autêntica deceção, mas por outro lado é ótimo que já não tenham.
As palavras transformam-nos. Como um menino que muda de escola, sei que vou ter saudades, mas é tempo de crescer e encontrar novos amigos. Sei que tudo vai correr bem, espero que a ausência do cê não me faça perder a direção, nem me fracione, nem quero tropeçar em algum objeto abjeto. Porque, verdade seja dita, hoje em dia, não se pode ser atual nem atuante com um cê a atrapalhar.

Cinderela, Margarida & Compª, 5ºB

                                    

A Cinderela era uma princesa
Escrava de três mulheres
Que a faziam limpar
Os pratos e os talheres.

Uma carta apareceu
Nas mãos da madrasta malvada
Foi o carteiro quem lha deu
Para o baile foi convidada.

Cinderela ouviu-as a conversar
A madrasta e suas filhas
Ao baile não a queriam levar
E a sua tristeza ganhou pilhas.

Uma fada madrinha apareceu
E com a sua varinha
Um vestido lhe ofereceu
De uma carroça fez uma carruagem
Estava pronta para seguir viagem.

A Cinderela foi ao baile
Com um vestido de encantar
Por cima levava um xaile
O príncipe convidou-a para dançar.

O som das doze badaladas soou
A Cinderela o sapatinho lá deixou
O príncipe por ela chamou
Mas a Cinderela o ignorou.

Cinderela foi para casa
O seu sonho ganhara asas
Mas o príncipe a procurava
Dia e noite não descansava.

O príncipe bateu à porta
E apareceu uma mosca-morta!
Apresentou-lhe as suas meninas.
O sapatinho tinham de provar
Para com o príncipe poder casar.

A nenhuma o sapato servia
Restava a Cinderela
Mandaram-na chamar
E o sapatinho ficava-lhe a matar.

O príncipe estava a pensar
Que com ela queria casar
A madrasta e suas filhas espantadas
Acabaram todas chateadas.


Chegou a hora do casamento
O príncipe estava no altar
À espera daquele momento
Em que a sua amada o iria beijar.


THE BEATLES... lindo...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ARETHA FRANKLIN - I NEVER LOVED A MAN - 1968

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

SER POETA, Florbela Espanca no Wordle

Wordle: ser poeta

Dave Matthews Band - You & Me (Lyrics)



PARABÉNS TINTIN!




Os direitos do leitor de Pennac... en français!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Eduardo Gageiro

O Pai Natal, uma incógnita, Beatriz 6ºC



          Quando acordei, dirigi-me para a sala, e lá estava ele! O Pai Natal! Mas era um Pai Natal triste, muito triste.
          Eu não sabia o que se passava, mas tinha a certeza que aquele, não era o Pai Natal que eu imaginava. Dirigi-me ao Pai Natal e perguntei-lhe o que se passava. Ele respondeu que as suas renas estavam doentes, e que assim não poderia voar e levar os presentes às outras crianças do mundo. Resumindo , seria eu a única criança do mundo a ter a felicidade de receber presentes.
          Fui acordar o meu pai, que era veterinário, e levei-o à sala onde estava aquele velhote de barbas brancas e de fato encarnado que muitos pensavam ser apenas uma fantasia de crianças. O meu pai, depois de algum esforço, lá percebeu que era verdade e que não era um sonho.
          Fomos com o Pai Natal até onde estavam as renas. De imediato o meu pai deu o prognóstico. As renas tinham frio.
          Levámo-las até ao nosso celeiro e lá aquecemo-las com mantas e aquecedores. Depois de algum tempo verificámos que já estavam bem e quentinhas.
          O Pai Natal, já podia seguir viagem e entregar os presentes a todas as crianças do mundo. Quando acordei, percebi que tudo não tinha passado de um lindo sonho e que afinal não sabia se existia o Pai Natal, ou não, eis a questão.

sábado, 8 de janeiro de 2011

R.E.M. - Oh My Heart [Official Lyrics]


Cuca em casa e a descansar...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

The Beatles - Good Night (2009 Stereo Remaster)


Cat Stevens - The Wind


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O Pedro e o Lobo, Zé Maria L.C & Compª


O Pedro e o Lobo
                            
Havia numa floresta                                                             
Um menino muito atrevido                                                
Que, de tanto mentir,                                                          
Era muito conhecido.
                                                         
Uma vez resolveu                                                                
Enganar toda a aldeia,                                                       
Dizendo ter visto
Uma grande alcateia.

Os homens aflitos
Foram-no acudir,
Mas quando lá chegaram,
Ele desatou a rir.

O menino ao pedir ajuda
Tornou a preocupá-los,
Mas novamente os enganou
 e levou um par de estalos.

O menino continuou,
 continuou sem parar,
 mas quando precisou
 não o foram ajudar.

O menino de tanto correr
Na floresta acabou perdido,          
Às tantas já cansado,
Pelo Lobo foi comido.

 Moral da história:           
O menino morreu sem honra nem glória.