domingo, 20 de junho de 2010

Boas férias! e beijinhos para todos!

Vamos ajudar a AMI

15ª Campanha de Reciclagem de Radiografias
De 4 a 25 de Junho entregue as suas radiografias com mais de 5 anos ou aquelas que já não têm valor de diagnóstico, nos sacos disponíveis em qualquer farmácia do país.

DÊ UMA PARTE DE SI PARA AJUDAR A AMI.


sábado, 19 de junho de 2010

A Ritinha Gateira tem um blogue

A Rita não se fica atrás:
http://poemas-para-comentar.blogspot.com/

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Martita...


A minha querida MARTA criou um blogue, tem a sua cara:

http://poemasinventadoseafins4.blogspot.com/

terça-feira, 15 de junho de 2010

Uma injustiça... um pedido de desculpa tardio

My sweet Lord

video

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A Torre “The Magic Center” - por esta é que ninguém esperava...

A Torre “The Magic Center”
Era uma vez uma princesa muito bonita, tinha os olhos azuis, cabelo loiro, umas sobrancelhas lindas, um corpo lindo. Bem era quase perfeita, pois por ser tão bonita havia um gigante que a queria raptar.
Essa princesa vivia num castelo muito confortável, chamava se “Castelo Cor-de-Laranja”, pois a princesa não gostava de Cor-de-Rosa. Num bonito dia de sol, apareceu o terrível gigante que de imediato a raptou, mas em vez de vir a pé vinha montado num cavalo.
Levou-a para a torre “The Magic Center”, onde vivia um feiticeiro chamado Henrique Feitiço. Deixaram a princesa no quarto mais alto da torre e foram-se embora. Passados cinco meses apareceu um cavaleiro e como por magia, montado num dragão vermelho e branco.
O cavaleiro dizia:
- Acalma-te, princesa, que eu te irei salvar!
A princesa mandou-lhe uma fita que tinha no cabelo e disse-lhe:
- Agora vai para dentro da torre e tira a varinha do feiticeiro. Aponta-a para a fita que tinha no cabelo e diz “alácazon alácazon” e a fita que vai ficar grande o suficiente para eu poder descer.
O príncipe entrou dentro da torre, mas não havia varinha, só um pequeno anão que dizia:
- Bem-vindos à torre” The Magic Center”.
O príncipe virou-se para trás e teve uma surpresa desagradável pois viu o gigante e o feiticeiro, prenderam o príncipe na cela da princesa. E acabaram a discutir os dias todos.

Ana Isabel Pires nº2 / 5º A

O salvamento da princesa, Diogo Amaro


O salvamento da princesa
Era um vez um castelo onde viviam o rei e a sua filha, a princesa.
A princesa ia fazer quinze anos e o seu pai (o rei) para comemorar o aniversário dela decidiu organizar onde iria haver doces, salgados, refeições típicas de um rei e bebidas.
Chegado o dia da festa, a princesa quando estava a beber uma bebida, olhou para um nobre cavaleiro pela janela. Quando o viu foi logo ter com ele e conheceram-se um ao outro. No fim da festa já estavam juntos e apaixonados um pelo outro.
O rei, quando soube desta novidade, mandou os guardas prender o cavaleiro numa torre, cercado pelo dragão que o rei tinha para emergências, isto para o cavaleiro morrer à fome e à sede dentro da torre.
A princesa ao saber disto ficou desiludida com o seu pai. Então decidiu ir a essa torre salvar o cavaleiro, pois ela sabia onde a torre ficava.
Foi andando, andando até que no caminho encontrou um feiticeiro que pouco sabia fazer magia, um anão e um gigante juntos e ela perguntou-lhes:
-Quem são vocês?                                                                 
- Nós somos um grupo de amigos nada sabem fazer – respondeu o anão.
-Não são nada, se acreditarem vocês são capazes de fazer muito. Olhem tive uma ideia! Venham comigo salvar o meu amado cavaleiro. No caminho explico-vos esta história toda.
Quando chegaram à torre viram o dragão e viram também que só conseguiam salvar o cavaleiro se o dragão não os impedisse. A princesa pediu ao feiticeiro que tentasse fazer um feitiço com a fita que ela tinha e um bocado do seu comprido cabelo dela. O feiticeiro disse-lhe que não era capaz mas a princesa deu-lhe confiança e encorajou-o dizendo-lhe que se acreditasse conseguia. Ele lançou um feitiço e de repente o cabelo e a fita dela enrolaram-se à volta do dragão. Depois com o caminho livre para salvarem o cavaleiro entraram na torre e salvaram-no.
O rei preocupado com a princesa, por ela ter desaparecido, vê-a entar e fica feliz por vê-la de novo.
A princesa decide casar com o cavaleiro e o rei já não se importava, ele só queria vê-la feliz.

domingo, 13 de junho de 2010

Fernando Pessoa, 13 de Junho

Posso ter defeitos, viver ansioso
e ficar irritado algumas vezes mas
não esqueço de que minha vida é a
maior empresa do mundo, e posso
evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale
a pena viver apesar de todos os
desafios, incompreensões e períodos
de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um autor
da própria história. É atravessar
desertos fora de si, mas ser capaz de
encontrar um oásis no recôndito da
sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã
pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios
sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um “não”.
É ter segurança para receber uma
crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir
um castelo…”

Fernando Pessoa

sábado, 12 de junho de 2010

13 de Junho, dia de Santo António e de Fernando Pessoa


Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.


F.Pessoa

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Father & Daughter

Sem título...

Mais um final ...inesperado

Princesa, ajuda-me!


Era uma vez um príncipe, que estava, há muitos anos, num castelo. Tentava sair dali, mas não conseguia.
Fora enfeitiçado por um dragão, muito mau, perto de umas grutas.
Um dia passou por perto uma princesa, que o ouviu cantar. Foi à procura do som e passado um bocado, estava ao pé de um castelo. Olhou para o castelo e viu um príncipe encantado. O príncipe disse-lhe que estava lá preso há muito tempo.
A princesa tentou escalar o castelo mas não conseguiu. Disse-lhe que ia tentar saber com o tirava dali.
A princesa foi ao castelo do seu pai e tirou de lá um fato de cavaleiro.
Foi procurar ajuda, até que encontrou um anão que lhe disse:
- Para te dizer como tirar o príncipe do castelo, terás que me dar a fita do teu cabelo.
A princesa tirou a fita do seu cabelo e deu-a ao anão. O anão deu-lhe uma pedra, mas uma pedra diferente não daquelas que há normalmente no chão. A pedra era brilhante e roxa. A princesa perguntou ao anão:
- O que faço com esta pedra?
- Guarda-a e logo verás... – disse o anão.
A princesa andou mais um bocado e encontrou um gigante que lhe disse:
-Para te dizer como tirar o príncipe do castelo dá-me um cabelo teu.
A princesa arrancou um cabelo e deu-o ao gigante. O gigante deu-lhe uma pedra azul e brilhante. A princesa perguntou ao gigante:
- O que faço com esta pedra?
- Guarda-a e logo verás... – disse o gigante.
A princesa foi andando e encontrou um feiticeiro. O feiticeiro perguntou:
-Tens duas pedras? Uma roxa e outra azul?
-Tenho sim! – exclamou a princesa.
A princesa deu as pedras ao feiticeiro e o feiticeiro fez uma magia. Depois, deu à princesa um frasquinho com uma poção mágica e disse:
-Leva ao príncipe e faz com que ele o beba.
-A princesa foi ter com o príncipe, atirou-lhe o frasquinho e disse para ele beber a poção. O príncipe lá o bebeu, e num instante, aparecem umas escadas para o príncipe descer.
A princesa e o príncipe voltaram para o castelo do seu pai e viveram felizes para sempre.


Carolina Duque 5º A

Uma história com um final esperado

A Princesa


Era uma vez num castelo, uma linda princesa com um longo cabelo.
Certo dia, a princesa estava a pentear o seu lindo cabelo e apareceu um feiticeiro que lhe disse:
-Linda princesa, se não casares comigo lanço-te um feitiço e nuca mais sairás do teu castelo!
-Nunca casarei contigo!
Como por magia o castelo ficou sem portas. A princesa não sabia o que fazer, pois nunca mais iria sair do castelo.
Passaram-se dias e dias e a princesa cada vez ficava mais aborrecida. Até que um dia apareceu um anão.
-Anão! Anão! Ajuda-me por favor! – gritava a princesa.
-Princesa! Eu não consigo salvar-te sou muito pequeno! Vou chamar o meu amigo gigante.
Passaram-se anos e o anão não voltou. A princesa já sem esperança que o anão e o gigante voltassem, chorou. Caía-lhe lágrima a lágrima até formar um rio. E ela continuava a chorar…
Num certo dia de sol um cavaleiro montado no seu dragão apareceu. Já tinham passado tantos anos que a princesa pensara que nunca mais a iriam salvar.
-Princesa, porque estás a chorar? - perguntou o cavaleiro.
-Oh! Ainda bem que vieste. Um feiticeiro apareceu e lançou-me um feitiço e nunca mais poderei sair deste castelo! – lamentava-se ela.
-Fica descansada que eu irei salvar-te!
Assim foi, o cavaleiro pediu à princesa que atirasse um fita para ele poder trepá-la. O cavaleiro tirou-a do castelo e nesse momento ela sorriu como já não fazia há anos.
Para agradecer ao cavaleiro a princesa deu-lhe a sua mão em casamento.
Assim os dois foram felizes para o resto das suas vidas.


Catarina de Melo Branco

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Camões, dia de Camões

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís de Camões

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Para recordar... e repetir! Operação Nariz Vermelho! 5º C!


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terça-feira, 8 de junho de 2010

Parabéns, João Abreu, grande vencedor do "Eu Li... Eu sei!"


Parabéns, João! Fiquei muito orgulhosa de ti!
Bjs

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O 5º C e uma versão fantástica do conto "O Galo e a Raposa" de Consiglieri Pedroso

Era uma vez uma raposa
Uma raposa muito matreira
Avistou umas galinhas
Que não estavam na capoeira
Com as galinhas estava o galo
Preocupado com o seu bem-estar
- Anda cá, anda, raposa !
Que uma corrida vais levar
No meio da barafunda
O galo a raposa enganou
Foi para ao pé dos caçadores
E assim a raposa tramou! Ali no meio do campo
Um lavrador trabalhava
Com ele andava a mulher
Enquanto a filha chorava
Um melro muito atrevido
Por ali andava sozinho
- Ó pai, ó pai, ó pai
Eu quero aquele passarinho
- Larga-me da mão, gaiata !
Tenho mais o que fazer . . .
Vai lá tu buscá-lo
Se é que o queres ter
O Melro fugia, fugia
E na cabeça da mulher poisou
Sem perder a oportunidade
O homem a sua vara varou
E a pobre mulher, coitada
Sem ter tempo para nada
Dela não se desviou
Olhem para ela agora !
Já não é a filha a chorar
Em vez de um melro na cabeça
Tem agora um galo a cantar
Mas a história não acaba aqui . . .
O bom do melro da raposa se queria livrar
Ao lavrador roubou o seu belo jantar
- Ó raposa , olha aqui !
Olha o jantar que tenho para ti !
Onde comem dois comem três
Podemos comer isto de uma só vez:
Tu, o lobo e eu! Vês ?
A raposa o lobo chamou
E eis que ele chega
Faminto, guloso e lambão
Tudo a fera devorou
Só ficaram as migalhas do pão.
De tanto vinho que o lobo bebeu
Tão bêbedo ficou que adormeceu
-Ó pai, ó pai, ó pai!
Olha lá o que aconteceu
O belo do teu jantar
Foi o lobo que o comeu!
O homem desembestado
Na sua vara agarrou
E zás, trás, pás
Pim, pam, pum
Catrapum , pum, pum
O lobo matou . . .
Que raio de moral é esta?
A má da fita, a raposa, safa-se
O vilão do melro voou para bem longe
E o pobre do lobo, convidado nesta história
Morreu de pancada, sem honra nem glória!

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Operação Nariz Vermelho na EBI André de Resende continua associada ao Movimento Pijaminha! Ajuda, vais ver que também te faz bem!

Solidariedade IPO DIVULGUEM E PARTICIPEM, TANTAS VEZES QUANTO POSSÍVEL... OBRIGADA!!!... São necessários (principalmente) pijamas para as crianças que estão no IPO a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente. Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é apelidada de *Movimento Pijaminha* pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos! As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos, meias, robes e fatos de treino. Para todos a vida não está fácil, mas dentro das possibilidades de cada um há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam. No ano passado foram entregues 76 pijama e o IPO ficou muito satisfeito com esta dádiva. Este ano vamos TODOS repetir a façanha, e se possível ultrapassar este número. Se divulgarem já estão a ajudar!!! :-))

Ó pra ela!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Obrigada a todos!

OS NOSSOS DOUTORES PALHAÇOS





o 5º B e o Nariz Vermelho!

Dia da Criança & Operação Nariz Vermelho