sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

"Sísifo"

"Sísifo"
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.

E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar.
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.

Miguel Torga, Diário XIII
Wordle: bom ano

U2 - New Year's Day LIVE

The New Year Birdies!

Happy New Year

charlie brown new year

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Dedicada aos nossos políticos de m... que nos levam a alegria e ao desespero...

Memórias: Madame C. de má memória

No meu último ano de felicidade no LFCLP...
Já agora, já que tenho um blogue, vá de desbobinar!
Já lá vai muito tempo, andava eu numa escola privada em Lisboa, ia já eu no meu terceiro ano de escola quando decidi que seria muito mais feliz se trilhasse o mesmo caminho das minhas irmãs. Ninguém me dissuadiu e lá fui eu ao encontro do período mais infeliz da minha vida de estudante. 
Conheci a Madame C., Senhora muito conceituada! Era a única que batia desalmadamente nos alunos, ou melhor, nas alunas, dizia-se que seria por ter sido casada com um dos directores da escola, que isso lhe dava algum poder, e que seria essa também a razão para nos bater, a sua infelicidade. Fosse como fosse, o nosso sofrimento era imenso, o de umas maior do que o de outras, mas ninguém estava a salvo!
As palmadas eram dadas na testa e percorria a sala de uma ponta à outra atirando palmadas a torto e a direito à procura de uma resposta certa! Quando a encontrava era também ela recebida com uma palmada, pois se tivesse dois dedos de testa teria evitado que as colegas apanhassem! E era assim! Dia sim, dia sim!
Um dia uma das minhas amigas acabou com a cabeça dentro de uma retrete, só porque sim! Outra levou um par de estalos porque trazia na pasta um monte de afias que faziam barulho com o andar da miúda... E nada, nada a fazia mudar! As idas ao quadro eram um tormento! Apanhava-se por dá cá aquela palha, e era de burra para cima! Mas calávamo-nos, porque não nos queixávamos, não dizíamos em casa o que se passava na escola!
Houve uma vez que o meu pai (o único que conduzia lá em casa) foi trabalhar para fora, deixou o carro com um dos meus tios, já nem sei muito bem porquê, mas ainda bem que o fez!  Nós as três fazíamos o trajecto casa-escola-casa no transporte fornecido pela escola. Ora acontece que, num daqueles dias em que ninguém acertava na resposta, ninguém saiu ao toque de saída e a turma toda perdeu o autocarro. Claro que aquelas cujas famílias as iam buscar tinham o problema resolvido, mas as restantes choravam baba e ranho, pois não tinham como ir para casa. E era ver-nos a fazer fila no único telefone público da escola, na sala de espera, à entrada do colégio, a pedir que nos fossem buscar... Nem um pedido de desculpa às famílias, nada!
Imagine-se pagar para isto!

Balanços

Que ano este!
Seduzida pelas redes sociais, e a propósito de um jogo (eu que nunca jogo, mas era para me distrair depois de tanta tristeza pela morte da Noca), lá me deixei levar pelo Facebook! E, apesar de digerir sempre muito mal a questão dos "amigos", sejam eles reais ou virtuais, às vezes bem mais amigos do que os supostamente reais, lá me fui enrolando nesse mundo fantástico em que não há nem longe nem distância!
Pois foi, horas e horas perdidas a plantar e a colher tomates e flores, a comprar bicharada e maquinaria, a suplicar que me enviassem de tudo um bocadinho, a levantar-me um bocadinho mais cedo para ter tempo de colher umas merdices que se estragariam se não fossem colhidas... e no meio de tanta agricultura apareceram os "amigos"! Tantos, tantos que fui ficando inebriada com tanto encontro e reencontro! Gente perdida nas memórias de há mais de trinta anos! Parecia que se tinham retomado conversas interrompidas há cinco minutos! Como é possível? Como se recuperam amizades interrompidas? Assim, de repente!? Amizades que deixaram de o ser, mas que por via deste mundo fantástico se reestabelecem como se o tempo não tivesse passado por nós!
E mais! Como se resolvem questões que nunca foram resolvidas no nosso passado? Como enfrentar os nossos fantasmas que nos aparecem sem serem convidados no nosso mural, com comentários, apreciações, "gosto" por ali fora como se nada fosse... Pois! Parece fácil, mas não é! Nada fácil! Para resolver questões passadas, abrimos brechas horrorosas no presente! Para não falar de paixonetas virtuais, romances à distância de um clique e famílias em risco...
Reencontros desejados misturados com sentimentos mal resolvidos, reencontros irrecusáveis embrulhados com questões longínquas, remotas, apagadas e, bolas! recuperadas para nos atormentar e atazanar a vida! 
De repente aparecem-nos esqueletos no sótão! De repente "não sabia!"... "não me contaste!"... "quem é essa?" De repente, "Mas o que é isto?" e pronto, lá me viro de avesso e fecho a conta, mas é sempre temporário, à espera que me passe a travadinha, à espera de não darem pela minha falta (felizmente há aquelas pessoas, amigos virtuais reais que dão pela minha falta e chamam-me... e eu fico feliz!).
Mas é assim! Complicado para quem, como eu, tem a cabeça desarrumada, muito desarrumada no que toca às emoções...

“A Branca de Neve e os sete anões”, Marta & Compª.


“A Branca de Neve e os sete anões”


Era uma vez,
Uma linda menina
Chamada Branca de Neve
E quando uma vez
O sol fez greve
Abriu-se então uma nuvem de neve.
Esta rapariga
Tinha uma madrasta
Que se achava bela
E que era uma tagarela.
Espelho meu, espelho meu
Era o que ela dizia
E como que por magia
O espelho respondia.
Perguntava se era a mais bela
Ele lhe dizia
Que bela, não era ela.
Chamou o caçador
Para a Branca de Neve matar
Trazer o seu coração,
Para assim o provar.
Assim que a viu
De a matar desistiu
Levou o coração de um veado
E à Branca de Neve
Deu um rebuçado.
Disse à Branca de Neve
Para se esconder
E esta cheia de medo
Desatou a correr.
Entrou na casa dos sete anões,
E ali se escondeu
Numa cama se deitou
E ali adormeceu.
Quando acordou
Ouviu a porta estremecer
Sete anões na casinha entraram
E assim
A assustaram.
Deu um pulo da cama
Perguntou o que lá faziam
Eles assim lhe responderam
Que ali eles viviam.
Todos os dias
Às seis da manhã
Se levantavam
E comiam uma maçã.
A Branca de Neve
As tarefas fazia,
Arrumava a casa
E em troca
Lá vivia.
A madrasta
Percebeu
Que a rapariga não morreu
Então se mascarou de uma menina de liceu.
Disse que seu pai
Lhe bateria
Se de manhã
Não vendesse uma maçã.
A Branca de Neve
Então aceitou,
Comeu a maçã
Que a madrasta envenenou.
A rapariga
Envenenada ficou
Só com o beijo
 Do príncipe
 Assim acordou.
O fim da história
Assim se fez
A menina bonita
Casou de uma vez.

Da Marta para a Amanda, com amor e carinho


Muito divertida
Isso tu já és,
És a pessoa em que mais confio,
Ninguém chega aos teus pés.
És uma grande amiga,
Das melhores que tenho,
Para não ires embora,
Gostava de arranjar um engenho.
Fizemos uma festa,
mas eu quero mais,
se os meus pais deixassem,
uma festa de pijama era demais.
Convidávamos raparigas,
Para lá aparecerem
Jogávamos jogos
Para tuas saudades  não terem.
Todos os teus amigos,
Saudades tuas vão ter
Começando por mim
Que vou chorar a valer.
A tua amizade me ajudou,
A passar maus bocados
Que a vida me deixou.

Adoro-te Amanda, beijinhos

Facebook

Facebook, aquele espaço virtual em que podemos, de facto, escolher! Fazemos juz ao ditado "Família não se escolhe, os amigos podemos escolher."
Ora bem, é assim mesmo. No Facebook podemos mandar a família às urtigas! Sem qualquer stress!
Pois bem, és da minha família, mas não és minha amiga!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Gordon Lightfoot 1974 - Sundown

Presente de Natal

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Esperança, Mário Quintana

Esperança

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Texto extraído do livro "
Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 118.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Um mimo de um amigo...

Um conto escrito e ilustrado por João de Menezes Ferreira. Foi pintor, caricaturista, humorista, cenógrafo além de ter sido dos primeiros pilotos aviadores, tendo combatido na 1ª Grande Guerra, em França, na Batalha de La Lys.
Morreu muito novo, com 46 anos.
Obrigada ao meu Amigo Vasco Pitschieller por me ter dado a conhecer esta relíquia.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Simon & Garfunkel - Silent Night (with no news)

STEVIE NICKS - SILENT NIGHT 1987

FELIZ NATAL!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Hoje é dia de ser bom.

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
Entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.
De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante.
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino
abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora
já está desperta.
De manhãzinha,
salta da cama,
corre à cozinha
mesmo em pijama.
Ah!!!!!!!!!!
Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.
Jesus
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.
Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.
Dia de Confraternização Universal,
Dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.

(António Gedeão)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Orchestral Manœuvres In The Dark - Victory Waltz (lyrics)

domingo, 19 de dezembro de 2010

The First Noel

sábado, 18 de dezembro de 2010

Otis Redding - White Christmas 45 RPM vinyl

É Natal, é Natal!

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Charlie Brown Christmas

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Hansel e Gretel, 6º C

Hansel e Gretel
Era uma vez dois meninos
Que eram muito pequeninos
Tinham uma madrasta muito má
E um pai que só bebia chá

A madrasta queria abandonar os meninos
E por isso muito pensou          
Depois de descobrir a solução
O seu marido enganou
                                                             
Na floresta, o pobre homem
Os filhos teve de abandonar
Mas como Hansel era esperto
Migalhinhas resolveu deixar

As migalhas de nada serviram
Pois um pássaro as comeu
De repente, por entre os arbustos
Uma bruxa medonha apareceu

Para uma bela refeição
A bruxa os convidou
Como estavam famintos
Logo Gretel aceitou

No silêncio da noite
A bruxa os enfeitiçou
 “Perlim pim pim, Perlim pim pim
Quero que trabalhem p’ra mim”

Como a bruxa era esperta
Enfiou-os  na prisão
Mas Hansel era irrequieto
E logo deu um trambolhão

De repente, o feitiço se quebrou
E Hansel acordou
Para a bruxa matar
A irmã tinha que soltar

Como das suas chaves
A bruxa se esqueceu
Fugir da prisão
Foi o que lhe ocorreu

Os dois pequenos irmãos
Sofriam com grande ansiedade
Acabaram por se livrar da bruxa
sem dó nem piedade

A bruxa como era malvada
No baú, o ouro escondeu
Mas Hansel, que o tinha avistado
Logo logo o apreendeu

No meio da floresta
O caminho encontraram
Voltaram para casa
E da madrasta se livraram

Ana Cristina, Ana Teresa, Beatriz Cunha, Patrícia Mota e Rita Gateira

Tou sim? E para mim!!!

Mais um blogue, o da Maria Galésio: Versos&Reversos

A Janete fez anos e a Marta e a Amanda não se esqueceram...

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A Amanda vai regressar ao Brasil e vai deixar muitas saudades. Mas a Amanda sabe fazer a festa!





HISTÓRIA DO NATAL DIGITAL

Os três porquinhos, 6ºA

Era uma vez três porquinhos
que numa casa viviam,
dela tiveram de sair
pois já não lá cabiam.

Três casas construíram
dia e noite, noite e dia
para se protegerem
de um lobo que ali vivia.

Passaram-se dias e dias
sem o lobo aparecer,
mesmo assim os porquinhos
temiam o que podia acontecer.

Construíram uma casa de palha
que muito frágil se tornou,
pois quando o lobo foi soprar
logo a casa abalou.

Outra casa era de madeira
bem mais forte ficou,
mas com a força do lobo
depressa se desmoronou.

A casa de tijolos
levou tempo a construir,
não era só com um sopro
que a ia destruir.

Foi uma luta bem difícil
em que o lobo muito soprou,
e tal foi o seu esforço
que o lobo rebentou.

Os três porquinhos contentes
uma fogueira acenderam,
daquele lobo manhoso
um assado comeram.




       
Trabalho realizado por: Diogo Amaro nº10
João Silva nº16
Miguel Oliveira nº21
Rui Janela nº25

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Gymnopedie No. 1.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Os três porquinhos, 6ºA


Pensando que já eram adultos
de casa quiseram sair
puseram-se a caminho
e seus lares foram construir.
Acabada a casa de palha
o mais novo foi descansar
e passado pouco tempo
um lobo a casa foi soprar.
O porquinho ficou assustado
e a sete pés correu
entrou em casa do irmão do meio
e debaixo da mesa se escondeu.
Junto à casa de madeira
o lobo de novo apareceu
soprou,soprou,soprou,
e a casa de madeira desapareceu.
Assustados os porquinhos ficaram
e correram para casa do outro irmão
contaram-lhe tudo o que se passara
e puseram ao lume um caldeirão.
O lobo correu, correu, correu
direito à casa do porquinho
logo pela chaminé desceu
e no caldeirão se fez o guizadinho
Os porquinhos fizeram uma festa
e toda a gente foi convidada
comeram o lobo todo
e nem sobrou nada de nada.
Carolina Duque, Ana Isabel, Ana Pires, Helena Tavares e Raquel Ferro.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

John Lennon - stand by me

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Zorbas, o gato, pela Marta


“Zorbas, o gato”
  Era uma vez um gato de Hamburgo chamado Zorbas. Zorbas tinha muitos amigos com quem gostava de se encontrar.
    Uma vez Colonello, um dos amigos de Zorbas, estava a ir para o seu restaurante e quando estava a um metro da porta, viu que tinha sido assaltado. Rapidamente ligou a Zorbas, e aos seus amigos e todos foram lá ter: Zorbas, Secretário, Sabetudo e Barlavento.
    Fizeram uma reunião e logo decidiram investigar o caso. Colonello e Zorbas eram os chefes da investigação e decidiram pôr: Secretário e Sabetudo a vigiar o restaurante e Barlavento e eles mesmos a interrogar os gatos do porto.
    Durante a noite ficaram todos de vigia ao restaurante, então à meia-noite viram duas gaivotas a voar em redor do restaurante. Chamaram-nas ao pé deles e interrogaram-nas.
    Kengah e Ditosa, pois eram estes os nomes das suspeitas, disseram que tinham sido elas e explicaram porque o tinham feito, dizendo que não aguentavam o cheiro da boa comida do restaurante.
    Fizeram um banquete para felicitar a boa investigação e as duas gaivotas prometeram não voltar a assaltar restaurantes.